Artigos
O Ano da Copa
(junho/2010)
Hoje, às 15:30h, o Brasil vai (quase) parar para assistir à estréia da nossa Seleção de Futebol na Copa do Mundo, desta vez, disputada na África do Sul.
Ruas, praças, carros, casas e empresas foram enfeitadas para celebrar o prazer de ver o time brasileiro atuar em busca de mais um título. O clima é de festa.
Se o time for campeão, ou melhor, hexacampeão, teremos mais um motivo para comemorar e, certamente, a auto-estima do brasileiro irá para o céu.
Na verdade, diante do progresso econômico e institucional alcançado pelo país nos últimos 16 anos, não faltam motivos para o brasileiro sentir confiança no futuro.
Segundo o economista Marcelo Neri, da Fundação Getúlio Vargas, entre 2003 e 2009, a pobreza no Brasil caiu 43% e 31,9 milhões de pessoas subiram para as classes A, B e C. De acordo com suas projeções, entre 2010 e 2014, mais 36 milhões poderão ascender socialmente para aquelas classes. A boa nova, portanto, é que o aumento do PIB no período vem acompanhado da redução da desigualdade e isto, além de ser socialmente justo, permite ao país crescer economicamente apoiado em um mercado interno sólido e consistente.
O aumento do poder de compra destes brasileiros, entre outras conseqüências positivas, mobilizou cerca de 22 milhões de famílias que estão reformando as suas casas. O chamado "consumo formiga" movimentou R$21,4 bilhões nos primeiros quatro meses deste ano e já há casos de falta de tijolo e cimento em algumas regiões.
Não obstante a redução das alíquotas do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ocorrida em 2009 e prorrogada até o fim deste ano, incidentes sobre os materiais de construção, nos últimos dois meses, o cimento aumentou 15,7%, e a argamassa, 5,5%. Em seis meses, a areia subiu 22,1%. e o tijolo 35,3%. De junho de 2009 a maio deste ano, a mão de obra registrou alta de 8,78%, quase o dobro dos 4,18% acumulados pela inflação medida pelo IGP-M. São as dores do crescimento, comum aos adolescentes e também aos países em desenvolvimento, como o Brasil.
Se, por um lado, o aumento nos investimentos ampliará a oferta de produtos para atender a este novo patamar da demanda, motivada pelo aumento da renda da população; por outro lado, o aumento da taxa básica de juros demonstra que o Banco Central está atento e disposto a frear qualquer aumento excessivo da atividade econômica e dos preços.
Aumento de juros em ano eleitoral é uma boa demonstração do quanto evoluímos em matéria de política econômica. Não há mais espaço para aventuras desastrosas. O discurso dos principais candidatos a Presidente é, em grande medida, muito parecido no conteúdo e pouco diferente na forma. Eleição, ao contrário de outros momentos, não assusta, apenas consolida um processo democrático que diferencia positivamente o Brasil de outros países emergentes.
Enquanto isto, a Europa continua claudicante e os Estados Unidos em dúvida se sua tímida recuperação é ou não sustentável. Sem dúvida, o mundo desenvolvido e organizado há muito não se apresentava tão incerto.
Felizmente, o Brasil continua sendo percebido pelos investidores, nacionais e internacionais, como um porto seguro. Novos grupos estrangeiros estão aportando capital em diferentes atividades no país e a área imobiliária em muito está sendo beneficiada. Diante dos altos retornos oferecidos, tanto nos imóveis para renda quanto nos projetos de desenvolvimento imobiliário, não faltam recursos para investimentos no setor, que nunca esteve tão ativo e otimista.
Na verdade, o Brasil já ganhou não apenas a "copa", mas também a cozinha, os banheiros, as salas, os quartos, as varandas, e a certeza de dias melhores para os que aqui vivem.
Nós, da Portfolio Asset, estamos à disposição de você, investidor, para prestar toda informação relativa às diversas oportunidades de investimento imobiliário no Brasil. Fale conosco.
Quebrando Pratos
(maio/2010)
A Grécia é um país lindo e inesquecível, responsável por importante legado transmitido ao que hoje classificamos como civilização ocidental.
Infelizmente, nos últimos tempos, temos ouvido diariamente falar daquele país não por sua singular contribuição à forma de pensar do mundo em que vivemos ou, ainda, por suas belas paisagens, mas sim por problemas de ordem econômica que igualmente podem afetar tanto a economia européia quanto a mundial.
A Grécia faz parte dos PIGS (ou PIIGS), acrônimo pejorativo cujo significado em inglês é "porcos" e que reúne um seleto grupo de países europeus (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha) que estão com um alto nível de déficit fiscal em relação ao seu Produto Interno Bruto (PIB).
O déficit fiscal grego em relação ao seu PIB é de 13,6%. A dívida pública supera o patamar de 115% do PIB. Financiar gasto público com arrecadação tributária é uma coisa. Financiar gasto público com dívida é diferente, tem limite. Quando superado, questiona-se a capacidade de pagamento do país. Vem a crise.
Agora, acabou de ser costurado um acordo de ajuda no valor de 110 bilhões de euros, fechado com os dois países, Alemanha e França, que controlam a União Européia e cujos bancos são os maiores credores da dívida grega. O Fundo Monetário Internacional (FMI) também participa do pacote de salvação à terra de Platão.
Um calote grego poderia arrastar os outros PIGS, e toda a Europa, numa escalada cujo fim seria incerto e catastrófico, caracterizado por forte recessão, alto desemprego e desvalorização do euro ou, quem sabe, até com o seu desaparecimento.
Até o Reino Unido, que ainda não é chamado de PIG, quem diria, está com um déficit fiscal de 11,5% do PIB e as eleições de agora mostram um país dividido e sem lideranças políticas capazes de enfrentar o delicado momento europeu.
A pergunta que agora se faz é: será que esta ajuda resolverá os problemas da Grécia e da Europa? Muitos acham que não. Segundo eles, muito sangue ainda vai rolar e, por razão diversa da tradicional, vários pratos ainda terão que ser quebrados dentro e fora da Grécia.
Em relação aos Estados Unidos, aparentemente, o pior da crise econômica já passou. Entretanto, as feridas ainda estão abertas, não cicatrizaram totalmente, e o déficit fiscal americano aumentou muito em face dos pacotes de ajuda que o governo teve que conceder ao setor financeiro e industrial a partir de setembro de 2008. Pacotes de ajuda setorial de um lado vão conviver com aumento de impostos do outro e, se tudo der certo, a economia americana voltará a crescer em níveis modestos.
De acordo com especialistas, o mundo emergente continuará cumprindo o seu papel de locomotiva do crescimento econômico mundial. Por exemplo, a China, maior parceiro comercial do Brasil, vai crescer 9,5% e a Índia 7%.
Vale mencionar que diferentemente de outros momentos onde diante de qualquer ameaça de gripe no cenário internacional o Brasil pegava pneumonia, desta vez, vamos, via FMI, emprestar US$286 milhões à Grécia.
Naturalmente, o Brasil não é uma ilha e sentirá algum efeito do tremor europeu. A Bolsa já caiu 7%, o dólar subiu outros 7% e o volume de investimentos vindo da Europa poderá diminuir. Não obstante todo este cenário, vamos crescer, pelo menos, 5,5% em 2010.
A corrida para o dólar e para os títulos do tesouro americano, em busca de segurança, não se dá pelos méritos da economia americana mas sim em decorrência de não se saber ao certo como e quando vai acabar este terremoto europeu.
Diante de todo este quadro, o Brasil aparece como uma excelente opção de investimento e, particularmente na área imobiliária, temos grandes oportunidades a explorar pois o crescimento econômico alimenta a demanda por imóveis residenciais, comerciais e industriais. Adicionalmente, o arcabouço regulatório favorável e os incentivos fiscais voltados à economia imobiliária brasileira resultam em taxas de remuneração muito atraentes para o investidor que utiliza os veículos de investimento mais eficientes.
Caso você tenha interesse em conhecer veículos de investimento que podem maximizar o retorno do seu investimento imobiliário, por favor, entre em contato conosco da Portfolio Asset que teremos o maior prazer em orientá-lo a respeito das diferentes opções existentes no mercado brasileiro.
Valorização de Ativos Imobiliários
(março/2010)
Nas próximas duas décadas, os ativos imobiliários situados no Brasil tendem a ser valorizar acima da inflação.
Várias razões nos levam à esta afirmação. Entre elas, vamos destacar as seguintes:
a) Crescimento da economia brasileira
Para os próximos 20 anos, espera-se que a economia brasileira crescerá em média 4% ao ano. Economia crescendo significa mais empregos, mais renda, maior demanda por produtos em geral e, em particular, por bens imóveis tanto residenciais quanto comerciais e industriais.
Neste cenário de crescimento da demanda, as empresas terão que investir em:
- novas plantas industriais que lhes permitam ampliar a oferta de seus produtos;
- novos depósitos para escoamento eficiente desta produção adicional;
- mais escritórios que dêem o suporte administrativo, financeiro e comercial à realização de suas atividades.
b) Perfil etário da população brasileira
Hoje, o Brasil possui cerca de 51,2 milhões de pessoas com idade entre 20 e 34 anos e que, com o crescimento da renda e do volume de crédito disponível para aquisição da casa própria, deverá adquirir o seu primeiro imóvel. Fala-se que o atual déficit habitacional é da ordem de 8 milhões de unidades.
c) Disponibilidade limitada de terrenos
Pode parecer paradoxal, mas o Brasil tem muita disponibilidade de terras/terrenos apenas fora das grandes áreas urbanas. Nas principais capitais do país, o número de bons terrenos disponíveis, que permitam a construção de pelo menos duzentas unidades habitacionais ou comerciais, de digamos 60 m² cada, é bastante limitado. Claro que as áreas urbanas de algumas cidades ainda podem crescer bastante, mas o custo do m² de terreno tende a crescer, entre outros fatores, pelo fato da oferta deste produto ser inelástica. Diferentemente de outros ativos, sobretudo os financeiros que podem ser emitidos quase que infinitamente, terra, pelo menos neste planeta, é um bem cuja oferta é finita. Com alguma freqüência, temos notícia de que um terreno está sendo disputado por diversos incorporadores. A conseqüência natural é um aumento nos preços. Ora, quando o custo do insumo terreno sobe, o custo de produção dos imóveis sobe e os preços finais aumentam ou se valorizam.
Em relação às chamadas áreas agricultáveis, sabemos que algumas empresas de capital aberto, juntamente com alguns fundos de investimento, estão montando expressivos land bankings para garantir a futura produção de alimentos que vai abastecer tanto o mercado brasileiro quanto o internacional. Como a oferta de terra agricultável é grande, mas limitada, pois também existem restrições de ordem ambiental, os preços tendem a subir.
d) Falta de mão de obra especializada
Atualmente, temos diversas empresas, de portes variados, atuando como incorporadoras no mercado imobiliário brasileiro. Por exemplo, apenas na Bolsa de Valores existem mais de 20 dedicadas à produção imobiliária residencial e comercial. Além de capital que viabilize a construção dos diferentes empreendimentos, estas empresas precisam de gente para desenvolver o seu processo produtivo.
Embora a construção civil ainda seja uma atividade econômica que emprega muita mão de obra com pouca educação formal, e o Brasil disponha de muita gente nesta condição, ela também precisa de profissionais experientes (mestres de obra, por exemplo) ou de nível superior (engenheiros civis). Hoje existe alguma escassez, sobretudo nas grandes capitais, destes profissionais. Por vezes, até pedreiros estão sendo disputados pelos construtores. Além de investimento em formação destes profissionais, que leva tempo, o que se observa, de imediato, é um aumento do custo deste tipo de mão de obra.
O resultado, já se conhece: aumento de custo leva a aumento de preço do produto final.
Esta perspectiva de valorização dos ativos imobiliários oferece uma oportunidade ímpar aos investidores. Detectar oportunidades, gerir os aportes de capital, analisar os diferentes veículos de investimento disponíveis, utilizar estímulos tributários, bem como fazer uma gestão profissional do patrimônio imobiliário adquirido que envolva os aspectos mais relevantes (de natureza jurídica, financeira e de engenharia), é o papel de um bom Gestor de Investimentos Imobiliários.
Nós da Portfolio Asset, estamos à sua disposição, pelo Fale Conosco, para ajudá-lo(a), no que for necessário, para que você faça o melhor investimento na área imobiliária.
Aguardamos o seu contato.
IMÓVEIS, JUROS E INFLAÇÃO
(Fevereiro/2010)
Nos últimos meses, o mercado imobiliário brasileiro experimentou uma valorização muito expressiva. Em algumas praças, o aumento de preços dos imóveis superou a marca dos 40% em relação aos preços praticados no primeiro semestre de 2009.
Tanto os imóveis residenciais (casas e apartamentos) quanto os não-residenciais (salas, lojas, galpões etc.) tiveram um aumento significativo nos preços. Esta afirmação pode ser explicada pelo seguinte conjunto de fatores:
a) Suspensão dos lançamentos: os incorporadores de imóveis, por força da crise, suspenderam grande parte dos lançamentos previstos para o 1º semestre de 2009 fazendo com que a oferta de imóveis na planta, que influencia o mercado de imóveis usados, caísse substancialmente;
b) Política anticíclica: o governo brasileiro adotou um conjunto de medidas (desoneração tributária, aumento das linhas de crédito, programa Minha Casa Minha Vida, entre outras) para estimular o consumo e minimizar os efeitos da crise financeira mundial;
c) Volta do crescimento econômico: em resposta à política anticíclica adotada pelo governo, no segundo semestre de 2009, o país voltou a crescer, dando sinais de que a crise financeira que havia eclodido no 2º semestre de 2008 estava se dissipando;
d) Desequilíbrio entre a oferta e a demanda: o ciclo de produção (estruturação do funding, compra do terreno, desenvolvimento do projeto, obtenção de licenças, lançamento comercial e construção) de um projeto imobiliário dura, pelo menos, 4 anos, ou seja, existe um lapso de tempo mínimo e necessário para cobrir eventuais desequilíbrios entre a oferta e a demanda imobiliária;
e) Queda da taxa de juros: as aplicações financeiras de renda fixa, com a queda da taxa Selic para 8,75% ao ano, passaram a remunerar o capital dos investidores, muito frequentemente, em patamares inferiores ao rendimento líquido oferecido até pela Caderneta de Poupança;
f) Novo marco regulatório: a nova legislação relativa aos Fundos de Investimento Imobiliário, com inovações importantes relativas à composição do patrimônio destes fundos, e os estímulos de ordem tributária, trouxeram grandes aportes de recursos ao segmento imobiliário por conta tanto das novas possibilidades de formação de carteira quanto das competitivas taxas de remuneração oferecidas.
Sem dúvida, todos estes fatores estimularam pequenos e grandes investidores a aplicar recursos, direta ou indiretamente, no mercado imobiliário, e com isto a velha lei da oferta e da demanda fez o resto, ou seja, provocou valorização dos ativos imobiliários.
E daqui para a frente, o que devemos esperar?
Bem, o mercado espera, em função do acirramento das pressões inflacionárias, um aumento da taxa de juros para algo em torno de 11% até o final deste ano.
Para 2010, fala-se em IPCA e IGPM variando entre 4,5 e 4,8%. O crescimento previsto do PIB é de algo entre 5 e 5,5%.
Estima-se também que hoje haja cerca de R$3 bilhões em Fundos de Investimento Imobiliário em processo de análise para registro na CVM,
Sabe-se que as taxas de vacância, para imóveis comerciais, nas principais cidades do país estão muito abaixo dos níveis históricos.
Em síntese, este cenário favorável, de crescimento do país e da demanda por imóveis, nos faz esperar que em 2010 o mercado imobiliário brasileiro apresente:
a) Taxas de valorização superiores a 10%;
b) Renda de locação líquida, pelo menos, 50% superior à oferecida por um Fundo DI, desde que utilizado o veículo de investimento adequado;
c) Ganhos líquidos na incorporação imobiliária de, no mínimo, 15% ao ano;
d) Hedge perfeito contra a inflação.
Se você tiver interesse em saber mais detalhes de como participar dos ganhos projetados para o mercado imobiliário brasileiro, por favor, entre em contato conosco pelo tel. (21) 24944575, que nós da PORTFOLIO ASSET teremos o maior prazer em atendê-lo.
2010, UM ANO BOM!
(Janeiro/2010)
Em 2009, o Brasil passou pela maior crise financeira global, desde 1929, de maneira relativamente estável.
Ao contrário do ocorrido nas nações mais desenvolvidas, que tiveram crescimento negativo do PIB, aumento expressivo do nível de desemprego e da dívida pública, o Brasil, em 2009, cresceu algo em torno de 0,2%, apresentou nível de desemprego praticamente igual ao de 2008, e manteve a relação dívida/PIB em cerca de 40%, patamar este atribuível, antes da crise, apenas a país desenvolvido.
Com reservas cambiais de quase US$240 bilhões, um sistema democrático estável, e perspectiva de crescimento econômico de 5,5% , o Brasil, em 2010, certamente, continuará na pauta dos grandes investidores internacionais.
Felizmente, 2010, independentemente de termos de escolher um novo Presidente da República e dos riscos que isto representava no passado, será um ano bom, com crescimento da economia, inflação sob controle, aumento dos investimentos e da oferta de empregos.
Este cenário favorável traz excelentes oportunidades para o mercado imobiliário brasileiro.
Com o aumento da renda, do emprego e da oferta de crédito, mais pessoas poderão adquirir a sua casa própria, mais empresas vão demandar novos espaços para as suas operações.
Só o setor de Shopping Centers, por exemplo, pretende investir em 2010 cerca de R$2 bilhões em novos centros de compras.
Adicionalmente, há muito tempo o mercado de imóveis comerciais não apresentava taxa de vacância tão baixa, nas duas principais cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro, como a atual.Tanto o investimento em imóveis para renda quanto na incorporação imobiliária devem oferecer muita alegria aos investidores mais atentos.
Para a pessoa física, o veículo mais adequado para investir no mercado imobiliário brasileiro, sem dúvida, é o Fundo de Investimento Imobiliário que, ao unir a segurança do bem imóvel às virtudes do mercado de capitais, representa uma excelente opção de diversificação da carteira do investidor.
Investir, de forma adequada, em um Fundo de Investimento Imobiliário, além de mais simples, é mais rentável do que investir diretamente na compra de um bem imóvel. Isto porque, entre outras vantagens, o Fundo de Investimento Imobiliário pode oferecer rendimento isento ao investidor pessoa física.
Adquirir cotas de um Fundo de Investimento Imobiliário permite ao investidor contar com a administração profissional de uma carteira imobiliária variada e de alto valor, normalmente inacessível ao investidor individual, diluir riscos de vacância e de inadimplência, e não ter que se preocupar com a qualidade da documentação de cada imóvel, sua manutenção, locação, pagamento de despesas, contratos etc.
A Portfolio Asset está estruturando um Fundo de Investimento Imobiliário, no valor de R$200 milhões, que será oferecido ao mercado tão logo esteja registrado na Comissão de Valores Imobiliários, voltado sobretudo para o investidor pessoa física, que tem por objeto investir na aquisição de imóveis comerciais e industriais para renda.
Caso você tenha interesse em saber mais sobre fundos de investimento imobiliário, por favor, entre em contato conosco pelo tel. 0 21 24944575, que teremos o maior prazer em atendê-lo.
Oportunidade Concreta
(Dezembro/2009)
A crise econômica que teve início no 2º semestre de 2008, mais especificamente no mercado norte-americano, e que se alastrou, com maior ou menor intensidade, para todos os demais países com alguma importância econômica, mais que nunca ressaltou a necessidade daqueles que tomam decisões de investimento de se manterem atentos às diversas variáveis que afetam o desempenho dos ativos disponíveis no mercado doméstico e internacional.
Só agora, no 2º semestre de 2009, começamos a ter um alívio e a sensação de que o pior já passou, dado que diversas bolsas ao redor do mundo recuperaram, ao menos em parte, as fortes perdas sofridas desde o início do furacão que abalou o mundo econômico desde a eclosão da crise. Os atuais níveis de produção, de emprego, de preços de comodities, comércio internacional, também revelam que há luz no fim do túnel.
No Brasil, os analistas, ao contrário dos cenários catastróficos traçados no início deste ano, agora prevêem até algum crescimento do PIB em 2009, e crescimento entre 4 e 5% para 2010.
Com inflação controlada, SELIC de 8,75% ao ano, e os incentivos tributários oferecidos pela legislação em vigor, o momento é excepcional para, dentro de uma política de diversificação de portfolio, o investidor alocar parte dos seus recursos para os investimentos imobiliários ou de base imobiliária.
Trata-se, sem dúvida, de uma oportunidade concreta de geração de riqueza, com ganhos líquidos potenciais bem superiores à SELIC.
Salas, andares corporativos, prédios de escritórios, galpões, centros logísticos, hospitais, hotéis, shoppings centers, casas, apartamentos, são algumas das opções disponíveis para o investidor interessado na área imobiliária.
Basicamente, o investidor imobiliário busca a renda decorrente da locação do bem imóvel ou o ganho de capital decorrente de sua alienação.
Para tanto, o investidor pode investir diretamente adquirindo qualquer daqueles ativos imobiliários, fazendo ele próprio a gestão do mesmo ou entregando tal tarefa à empresa ou profissional qualificado de sua confiança.
Como gestão do investimento imobiliário entenda-se, entre outras atividades, as seguintes:
a) Cuidar da manutenção do bem imóvel visando à preservação do seu valor, ou até mesmo o seu aumento;
b) Evitar vacância que sempre acarreta custos de condomínio, IPTU e manutenção, reduzindo o fluxo de caixa esperado;
c) Buscar locatário que represente baixo risco de inadimplência;
d) Elaborar contrato de locação que bem resguarde os interesses do investidor, sobretudo no que tange à constituição de garantias, seguros, estabelecimento de multas, tudo visando o fiel cumprimento das variadas obrigações assumidas pelo locatário;
e) Formatar contratos com prestadores de serviço diversos;
f) Ampliar, sempre que oportuno e possível, a área construída do bem imóvel;
g) Alterar, sempre que indicado pelo mercado e permitido pela legislação, a destinação do bem imóvel visando o seu melhor aproveitamento do ponto de vista de geração de fluxo de caixa;
h) Acompanhar o mercado em geral e o imobiliário em particular, de modo a perceber o que comprar, quando comprar, quando vender, e a que preços;
i) Firmar parcerias com corretores de imóveis, financiadores, incorporadores e demais players do mercado imobiliário de modo a conhecer e participar dos bons negócios do mercado.
Caso o investidor não tenha conhecimento profundo do mercado imobiliário, que o permita mitigar o risco de, por exemplo, adquirir bem imóvel que vá, no futuro, frustrar as suas expectativas de retorno do capital investido, ou ainda, queira participar de investimentos que demandem um volume de capital muito superior à sua possibilidade de investimento, ou mesmo não queira assumir o risco da gestão ou ainda se preocupar com a mesma, ele poderá adquirir cotas de um Fundo de Investimento Imobiliário que terá um gestor registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com expertise na área imobiliária, que se encarregará de todas as atividades pertinentes à gestão. Neste caso, o mencionado Fundo poderá, por exemplo, comprar edifícios corporativos, locados ou a locar para grandes empresas, e que proporcionarão renda de locação a ser distribuída aos seus cotistas.
O referido Fundo, poderá ainda, nos termos do seu Regulamento, investir no desenvolvimento de incorporações imobiliárias que visem auferir lucro decorrente da venda de bens imóveis construídos, independendo dos mesmos serem residenciais, comerciais ou industriais.
O investidor também poderá adquirir cotas de um Fundo de Investimento em Ações (FIA) que compre ações de empresas que invistam na área imobiliária (como por exemplo, em shoppings centers, construção de edifícios residenciais, comerciais ou industriais).
Outra alternativa é o investidor adquirir cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) que tenha como objetivo investir na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) que representam créditos decorrentes da venda ou locação de bens imóveis. Neste caso, o Fundo adquire basicamente os CRIs que representam a renda gerada pela propriedade imobiliária, e não a propriedade em si do bem imóvel produtor da referida renda.
Cabe destacar que cada alternativa de investimento na área imobiliária tem uma estrutura de tributação específica. Por exemplo, as cotas dos Fundos de Investimento Imobiliário adquiridas por pessoas físicas residentes no Brasil, dentro de determinadas condições, são isentas do pagamento do imposto sobre a renda. O mesmo ocorre com o rendimento gerado pelos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), quando adquiridos por pessoas físicas residentes no Brasil.
Adicionalmente, cumpre mencionar que as diferentes possibilidades de investimento na área imobiliária implicam diferentes níveis de risco e de remuneração potencial do capital investido. A depender do perfil de risco do investidor, além de outros fatores, a Portfolio Asset Management indicará e estruturará o produto mais adequado às suas necessidades. Para tanto, basta entrar em contato conosco pelo tel. 55-21-2494-4575 ou pelo nosso atendimento ao cliente que teremos o maior prazer em atendê-lo(a).
O Brasil Está Na Moda
(Novembro/2009)
Com o recebimento do denominado “grau de investimento”, conferido pelas 3 principais agências de rating que operam no mercado mundial, o Brasil passou formalmente a pertencer ao seleto grupo de países que oferecem baixo risco aos investidores.
Esta mudança de percepção e avaliação resultou de um conjunto de medidas macroeconômicas e jurídicas que paulatinamente foram implantadas no país ao longo dos últimos 15 anos.
Do ponto de vista de política macroeconômica, podemos, sinteticamente, dizer que tais mudanças estão lastreadas em três pilares: obtenção de superávit fiscal, estabelecimento do sistema de metas de inflação, e adoção do consagrado câmbio flutuante.
Um Banco Central independente, mesmo que informalmente, também trouxe confiança ao mercado no sentido de especificar o compromisso de seguir uma política monetária que mantivesse a inflação em níveis aceitáveis proporcionando racionalidade e previsibilidade à economia como um todo.
A simplificação, ainda que incompleta, da legislação tributária, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a lei que regula as chamadas Parcerias Público-Privadas, o constante aprimoramento do marco regulatório pertinente tanto ao funcionamento do mercado financeiro quanto do mercado de capitais, também são exemplos de avanços que produziram a melhora do ambiente de negócios brasileiro, resultando, entre outros benefícios, em níveis recordes de recebimento de investimentos estrangeiros diretos.
Um sistema democrático consolidado, com rodízio no poder dos diferentes atores políticos, sem que isto represente risco de retrocesso em relação às conquistas políticas e econômicas obtidas até então, também ajudou na criação do ambiente propício à realização de investimentos.
A variada existência de recursos naturais, a auto-suficiência em energia e alimentos, a disponibilidade de terras agricultáveis, as recentes descobertas de expressivas reservas de petróleo, a necessidade de se aprimorar a infra-estrutura (portos, estradas, aeroportos, ferrovias) disponível, a incorporação ao mercado consumidor de 40 milhões de brasileiros que emergiram para a chamada “classe média”, o déficit habitacional da ordem de 8 milhões de moradias, também apontam o país como um grande centro de oportunidades.
Gisele Bundchen, Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016, bem refletem o bom momento brasileiro e o título deste artigo: o Brasil está na moda!
O objetivo de explicitarmos este quadro geral é ressaltarmos o conjunto de desafios e de oportunidades que decorrem das condições gerais atuais do nosso país.
Investimentos em produção de energia, renováveis ou não, em mineração, em educação, em tecnologia, em preservação ambiental, em infra-estrutura, em construção civil, em empreendimentos imobiliários ou de base imobiliária, parecem representar oportunidades reais para todos aqueles que tenham a responsabilidade de tomar decisões de investimento.
A Portfolio Asset Management, atenta a todo este contexto, está tecnicamente preparada para estruturar e gerir diferentes veículos de investimento tais como: fundos de investimento em participação (FIP), fundos de investimento imobiliário (FII), fundos de investimento em ações (FIA), e sociedades de propósito específico (SPE) que participem destes segmentos da atividade econômica que, a nosso juízo, trarão resultados muito interessantes ao capital investido.
Caso você tenha interesse em investir em algum destes segmentos, por favor, entre em contato conosco pelo tel.: 55-21-2494-4575, ou pelo nosso atendimento ao cliente, que teremos o maior prazer em atendê-lo(a).